Profissionais discutem síndrome do edifício doente
PUBLICAÇÃO
sábado, 24 de maio de 2008
Da Redação 
Os distúrbios causados na saúde da população nas grandes cidades não estão somente nas ruas, devido à poluição ou falta de cuidado de responsáveis. Edifícios comerciais são cada vez mais considerados doentes. Em São Paulo, estima-se que 30% das construções sofram da Síndrome do Edifício Doente causando diferentes distúrbios aos seus ocupantes.
Entre os sintomas desenvolvidos pelos usuários destes locais estão dores de garganta e de cabeça, fadiga, irritação ocular, falta de concentração, resfriados, ressecamento da pele e até mesmo depressão.
Estes males são causados pela manutenção inapropriada de equipamentos ou a proliferação de microorganismos em locais como aparelhos de ar condicionado, carpetes, banheiros, telhados e instalações.
A procura por ambientes mais saudáveis já chegou na arquitetura e construção. A arquiteta Chris Benedict, dos Estados Unidos, e o espanhol Luís de Garrido, são alguns dos profissionais que procuram formas de evitar estes problemas.
Eles, assim como outros profissionais brasileiros e estrangeiros, estão reunidos desde ontem no Ecobuilding, em São Paulo, para discutir o tema, técnicas e trabalhos relacionados a construção sustentável. O encontro termina hoje.


