‘‘O conforto acústico é tão importante quanto a iluminação. Determina a possibilidade de uso de um ambiente e a produtividade de quem o ocupa.’’ A declaração é do arquiteto Fernando Abreu, gerente de produto da Hunter Douglas, ao informativo da Associação Brasileira de Arquitetos de Interiores e Decoradores.
De acordo com o artigo, revestir a parede com material acústico não significa abrir mão de padrões estéticos. Existem no mercado diversos produtos que oferecem opções de cores e de texturas.
Segundo Fernando Abreu, o isolamento acústico (não deixa o som entrar ou sair do ambiente) pode ser obtido com o uso de vidros laminados e duplos e cuidados acima do plano do forro. Já a absorção acústica - que melhora as condições de som e elimina a reverberação - é possível com uso de materiais absorventes acústicos.
O arquiteto sugere o uso de forros metálicos perfurados, revestimentos de fibra mineral (rocha basáltica) ou lã de vidro para aumentar o conforto acústico. Quanto maior a densidade da lã, maior a absorção do som. Não deixe de vedar portas e janelas. Outra dica é utilizar produtos especiais como papel de parede perfurado (que permite a passagem e absorção do som), tensai (feito de fibra de vidro com aplicação semelhante ao papel de parede) ou sonex (uma espécie de espuma que ajuda a diminuir a reverberação do som.
O sistema dry wall - onde o tijolo é substituído por placas de gesso acartonado - é uma opção para quem vai iniciar a construção. E por fim, na hora de escolher móveis e forrações dê preferência para carpetes e tapetes, cortinas e persianas com células tipo colméia (duplas e triplas) e móveis em tecido.

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