No planejamento de longo prazo, todos os envolvidos discutem o prazo total da obra. No planejamento de médio prazo, o engenheiro e o mestre de obras definem as ações para os próximos três ou quatro meses. A programação de recursos, envolvendo materiais e mão de obra, permite que tanto o mestre quanto o engenheiro fiquem com o direcionamento da obra alinhado. ''O planejamento de curto prazo foi o que realmente mais nos surpreendeu. No início, ao visualizar vários encarregados de áreas diferentes programando a semana seguinte, o consenso parecia algo difícil de ser alcançado. Porém, a equipe começou a perceber os benefícios da melhor comunicação: pararam de replanejar ao longo de toda a semana e passaram e ter a função de conferir e orientar os serviços em execução, o que gerou ganhos para todo o sistema'', lembra Leonardo Schibelsky.
''A cada dia mais percebemos que nossa qualidade está na qualidade das pessoas envolvidas no processo, no seu comprometimento e na sua dedicação. É uma soma de pequenas atitudes com zelo e capricho que geram qualidade para o produto final. Desde a fase de projeto, temos expressiva preocupação com a qualidade, percebida pelos clientes nos detalhes da construção e no uso do imóvel no seu dia a dia, o que envolve desde a otimização dos espaços de manobra nas garagens até a entrega de acessórios para banheiros, por exemplo'', completa Silvio Muraguchi. (Reportagem Local)

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