Conforme publicação do Instituto Eneagrama, em 2009, os nove perfis psicológicos do síndico apontam as motivações básicas para ação pessoal e podem ser utilizados como ferramenta de autoconhecimento e superação de limitações. Analisar com critério estes perfis psicológicos pode ajudar o síndico a melhorar seu desempenho como gestor. Confira:

→ Tipo 1 - Síndico persistente ou perfeccionista

Centrado na ação, tem um senso prático que dá prioridade às tarefas a serem realizadas. A competência emocional é a persistência; é uma pessoa tenaz e exigente consigo mesmo. O desafio é administrar a dose de persistência, que em excesso se transforma em raiva, que é um vício emocional que pode provocar exigência excessiva e causar frustrações.

→ Tipo 2 – Síndico voluntarioso ou invasivo

Centrado na emoção, tem uma percepção aguda dos outros, tornando-se conquistador, que consegue o que querem das pessoas. A competência emocional é a sensação de capacidade. Seu entusiasmo contagia e estimula os que estão ao redor a também se sentirem capazes. O desafio é administrar a dose de sensação de capacidade, que em excesso se transforma em orgulho, tornando-se invasivo.

→ Tipo 3 – Síndico bem-sucedido ou narcisista

Centrado na ação ou no planejamento. Comunicador hábil e sua competência emocional é a adequação. Focado no resultado, assimila todas as alternativas que garantam o sucesso da empreitada. Estimula os que estão juntos a conquistar resultados mais elevados. O desafio é dosar a adequação, que em excesso se transforma em vaidade e acaba estressando todos em nome de uma excelência.

→ Tipo 4 – Síndico original ou excêntrico

Centrado na emoção, é criativo e inovador, propondo qualidade e requinte em tudo o que faz, sua competência emocional é a introversão. Estimula a todos a buscarem o melhor de si mesmos de forma original e autêntica. O desafio é dosar a introversão para que ela não se transforme no vício emocional da inveja, pois torna-se pessoa crítica e muitas vezes irônica, desprezando tudo o que não for tão original quanto ele.

→ Tipo 5 – Síndico analítico ou apático

Centrado na mente, tem curiosidade pelo entendimento, tornando-se planejador extremamente racional, analisando de forma ampla os desdobramentos de todas as ações. Sua competência emocional é a desidentificação, que o torna pessoa que não é tomada pelo calor do momento e consegue ter visões de longo prazo. Estimula todos a analisar de forma mais ampla e não serem impulsivos nas decisões. O desafio é dosar a desidentificação para que ela não se transforme no vício emocional da avareza, que deixa-o apático e distante, atuando com um ar de superioridade intelectual.

→ Tipo 6 – Síndico prudente ou medroso

Centrado na ação ou na emoção, busca alternativas que garantam a ação e satisfaça os interesses do grupo. Sua competência emocional é a prudência e estimula a todos a pensar em termos de ação e reação. Seu desafio é dosar a prudência para que ela não se transforme no vício emocional do medo, que faz dele pessoa controladora, que quer tudo do seu jeito e evita ser pego de surpresa, argumentando de forma enfática o perigo que pode estar vindo.

→ Tipo 7 – Síndico inovador ou inconstante

Tem agilidade mental para lidar com várias coisas ao mesmo tempo. A competência emocional é a curiosidade e gosta de inovar. Estimula todos a serem otimistas e olharem para o lado positivo. O desafio é dosar a curiosidade para que ela não se transforme em gula, que é o vício emocional da instabilidade. Querem mudar tudo e não respeitam a velocidade e valores dos outros.

→ Tipo 8 – Síndico realizador ou confrontador

Centrado na ação, tem facilidade em mandar e liderar, dando prioridade à realização. Tudo ao seu redor tem de ser desafiador e sua competência emocional é o ímpeto. Estimulam aqueles que estão ao redor a assumir desafios e superar dificuldades. O desafio é dosar o ímpeto para que não se transforme em luxúria e comece a ser "mandão" que intimida os outros com seu apego à força e ao poder.

→ Tipo 9 – Síndico conciliador ou indeciso

Centrado na emoção ou na mente, tem uma atitude mediadora, dando prioridade ao bem comum. A competência emocional é a tolerância e estimula a todos terem respeito pelas diferenças e harmonia nas relações. Seu desafio é não deixar a dose de tolerância se transformar em indolência, pois começa a procrastinar decisões e deixa de se posicionar, esperando que outros assumam a decisão.

Fonte: Portal SíndicoNet

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