Pavimento de concreto revitaliza avenida
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sábado, 30 de setembro de 2006
Reportagem Local 
A Avenida Mascarenhas de Moraes, um dos principais corredores viários dos bairros Atuba, Tingui e Santa Cândida, em Curitiba recebe até o fim do ano nova pavimentação em concreto, que garantirá maior segurança aos motoristas que trafegam pela região. Para realizar a obra, a prefeitura investirá um total de R$ 3,5 milhões, valor que inclui drenagem, colocação das placas de concreto, calçadas e sinalização viária.
A escolha do pavimento para os dois quilômetros da pista - com sete metros de largura - deve-se às características de resistência e durabilidade do concreto, indicado para vias de tráfego intenso e pesado. Pela avenida, que é um dos principais acessos à Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), circulam por hora cerca de 1 mil 100 veículos - com significativo trânsito de caminhões. A Secretaria Municipal de Obras Públicas estima uma redução de 30% dos custos de manutenção com a adoção do concreto, já utilizado com sucesso em outras vias do município, como na Avenida Iguaçu. ''A vida útil do pavimento de concreto é de 20 anos, sendo que nos cinco primeiros praticamente inexiste necessidade de manutenção'', explica o engenheiro Carlos Roberto Giublin, gerente da Regional Sul da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), que cedeu equipamentos para a pavimentação da via.
A utilização de uma pavimentadora com fôrmas deslizantes Terex-CMI SF 3004, disponibilizada pela ABCP, é uma inovação em obra urbanas e traz uma série de vantagens na qualidade do pavimento e na rapidez da execução da obra. ''A adoção deste equipamento moderno e informatizado é um avanço em uma obra urbana, apesar de já ser comumente adotado na pavimentação de rodovias e grandes pátios'', complementa.
Outras vantagens do pavimento em concreto são a maior aderência e redução dos espaços de frenagem, especialmente na chuva, aumentando a segurança dos motoristas que utilizam a via. E por ser mais claro, o concreto também contribui para melhorar a visibilidade e o conforto térmico. As obras, com previsão de término até o fim do ano serão efetuadas em lotes pelas construtoras Empo e Pussoli.


