Na sala da paisagista Helenita Antônio, de 53 anos, cerca de 40 máscaras fazem do espaço um ambiente exclusivo. A parede vermelha foi pensada especialmente para a coleção, que reúne peças dos mais variados tamanhos, materiais e origens. A de papel machê é cubana, a de metal, peruana, e a de barro, mexicana. Mas, há também exemplares do Brasil, de Florianópolis (SC), Paraty (RJ), da Floresta Amazônica e de cidades do Nordeste. A máscara característica do carnaval de Veneza, na Itália, feita de couro, é a única que pode ser realmente utilizada como tal.
Para a paisagista, a coleção que já tem 10 anos, e só tende a aumentar, garante beleza e um tom de exclusividade na decoração de sua casa. ‘‘Meu sonho é comprar máscaras de Bali e algumas africanas. Ainda não comprei porque são muito caras. As mais baratas custam de R$ 300 a R$ 400. O interessante das máscaras é que, além de belas, contam um pouco da nossa história, dos países onde passei, das viagens que fiz’’, diz Helenita.

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