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Plantas dos dois tipos de apartamentos ao lado da Universidade de Londrina: alternativa de moradia para estudantes e de investimento
Com o início das obras previsto para as próximas semanas, o Residencial Parque Universitário, composto por apart-estúdios e apartamentos de dois dormitórios, abre espaço também para um projeto de moradia funcional, ainda inédito no mercado imobiliário da região Norte do Estado. Em terreno contínuo ao da Universidade Estadual de Londrina (UEL), o empreendimento de 256 unidades criará um cinturão habitacional para atender as necessidades de moradia de um público específico: professores, alunos e funcionários da comunidade universitária londrinense.
A iniciativa, segundo o construtor Maurício Dinardi, surgiu depois de estudos, observações e constatações de todas as viabilidades favoráveis a este tipo de empreendimento, bastante comum em áreas próximas a outros centros de ensino superior. ‘‘Como exemplo podemos citar a Unimar, de Marília, onde já foram edificados mais de dois mil apartamentos planejados para este público. Aqui em Londrina podemos projetar um mercado ainda maior, pois apenas a comunidade formada por alunos, professores e funcionários da UEL, representa mais de 15 mil pessoas. Cerca de cinco mil deles são estudantes que vieram de outras cidades e regiões’’, enfatiza o construtor.
Projeto integrado Em área total de 12.100 m2, o Residencial Universitário abrigará, em dois conjuntos setorizados, edifícios de três pavimentos, com elevadores, apartamentos com metragens de 34 m2 (um dormitório, sala, banheiro e cozinha americana) e 48 m2 (dois quartos, sala de estar e jantar, banheiro, cozinha americana e espaço privativo e numerado para estacionamento).
Incorporados ao projeto paisagístico e arquitetônico, que prevê passarelas com paredes em vitrais e jardins para a ligação e circulação entre blocos, estão também um centro de convivência e o lazer integrado com todos os núcleos e unidades de apoio oferecidos à comunidade pela Universidade. Lavanderia, lojas de conveniência e pergolado compõem a área térrea de 270 m2, destinada ao centro de convivência do empreendimento. E o convênio, firmado entre a Construtora Dinardi e a Associação de Pessoal da UEL (Appuel), garantirá o lazer aos moradores do Parque Residencial.
Somando estes benefícios a fatores como a economia em transporte e a possibilidade de aproveitar melhor o período entre os intervalos das aulas, o professor Paulo Roberto de Carvalho, concretiza seu desejo de moradia própria, integrada ao ambiente de trabalho. Em Londrina há cinco anos como docente do departamento de psicologia da UEL, ele diz que a compra de um dos apartamentos de dois dormitórios resultará também em um fortalecimento de vida comunitária universitária mais intensa. ‘‘Apesar de morar atualmente próximo à Universidade e não depender de transporte coletivo para locomoção, não posso aproveitar bem o tempo disponível que tenho para as refeições ou mesmo o período entre aulas. Mas com a possibilidade de em breve estar morando praticamente dentro do campus, terei também a oportunidade de maior integração e lazer nos finais de semana’’, argumenta.
Com previsão de entrega para daqui a 24 meses, a primeira fase do empreendimento, que correspondente a 128 unidades já está 70% comercializada. E, oferecendo condições de pagamentos em até 36 meses, sem juros e reajuste corrigido pelo CUB, os apartamentos têm custos estipulados em R$ 16.364,00 (para o apart-estúdio) e R$ 23.236,00 (para os de dois dormitórios).
O imobiliarista Nestor Corrêa comenta que a garantia de investimento é fundamentada principalmente pelo fato de o empreendimento estar localizado ao lado da maior instituiç€o de ensino superior da cidade. ‘‘Sendo a UEL, uma instituição permanente, o comprador/investidor terá sempre a garantia de total ocupação. Além disso, o mercado imobiliário londrinense não dispõe de numerosas ofertas, destinadas a este segmento. Sem contar que os proprietários de imóveis, com características que se enquadram às necessidades dos estudantes, por exemplo, preferem realizar contratos de locação destinados a a moradia de famílias e não para grupos ou pessoas solteiras.’’
Warren NabucoO empresário Flávio Meneghetti
O imobiliarista argumenta ainda que além de ser apresentado como uma alternativa de solução para o consumidor locatário com este perfil, o projeto do Parque Residencial Universitário prevê ainda um gerenciamento de condomínio diferenciado: ‘‘Realizado por uma empresa especializada, os moradores terão um regimento interno e normas de convenções diferenciadas, possibilitando ainda menores valores de aluguéis e consequente taxas de condomínio’’, diz ele.
Projetando um valor de aluguel na faixa de R$ 220 reais (considerando valores de mercado atuais) para as unidades de um dormitório, com possibilidade de ocupação para duas pessoas, o empresário londrinense Flávio Meneghetti iniciou, com a compra de quatro apart-estúdios, sua participação no mercado de imóveis, como investidor. ‘‘Este novo nicho imobiliário aparece como uma oportunidade de rendimento fixo mensal seguro. Além disso, e pelo fato de ser possível determinar, como tempo médio de contrato, no máximo quatro anos, obtém-se uma lucratividade mensal, hoje em torno de 1,38%, somada a própria valorizaç€o do imóvel’’, calcula.

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