O grande trunfo do plástico – o material é barato – acabou se transformando também em seu grande obstáculo. A avaliação é da diretora e designer da Coza, Cristina Zatti. Para ela, o baixo custo, aliado a facilidade de ser trabalhado, fez dele o material favorito para utilitários simples.
O material literalmente explodiu, foi e é amplamente comercializado e entrou em todas as casas. ‘‘A parte ruim é que, por muito tempo, confundiu-se utilidade com falta de estética. Ninguém parecia parar e questionar porquê o utilitário tinha de ser feio’’, argumenta.
Ela conta que a Coza, foi uma das primeiras empresas do País a ‘‘perceber a beleza’’ do plástico e a viabilizar a sua utilização em peças mais finas. A marca da empresa é a variedade de cores, design arrojado e lançamento constante de peças diferentes. Para este verão a empresa apostou nos tons contrastantes como o verde kiwi e o vermelho e combinações suaves com o azul, amarelo e laranja.
Em agosto deste ano, Cristina Zatti teve uma de suas peças – um porta-guardanapos – premiado no concurso Houseweare e Gift de Design. Foi o primeiro do tipo aberto a produtos em plástico. Hoje o mercado de utilidades de plástico é disputado por empresas nacionais e internacionais altamente qualificadas. Quem ganha é o consumidor. (C.B.)