Novo empreendimento reunirá áreas residencial e comercial Construtora utilizará tecnologia de ponta em sistemas construtivos para garantir o arrojo do empreendimento localizado em área nobre de Londrina DivulgaçãoO PROJETO Dois subsolos, dois pavimentos térreos, um andar intermediário e 16 pavimentos compostos de apartamentos totalizam a estrutura do edifício Da Redação Tecnologias inovadoras aliadas a um projeto arquitetônico moderno garantem o sucesso de empreendimentos destinados a investidores em busca de imóveis de alta qualidade e com custo acessível ao mercado consumidor. Em Londrina, o Studio D – lançamento da Vectra Construtora – agrega essas características e apresenta um diferencial: os pisos inferiores poderão abrigar estabelecimentos comerciais distintos, pois foram projetados para atender às mais diversas necessidades de empresas que venham a se instalar no local. Dois subsolos, dois pavimentos térreos, um andar intermediário e 16 pavimentos compostos de apartamentos tipo totalizam a estrutura do edifício, que se localiza na esquina entre as ruas Santos e Pio XII. O segundo subsolo e o andar intermediário se destinam a uso exclusivamente residencial – o primeiro se transformará em garagem e o segundo abrigará uma completa área de lazer com piscina e churrasqueiras, além de portaria e guaritas. O subsolo restante e os térreos serão usados para fins comerciais. ‘‘Não sabemos que tipo de empresa vai se instalar no local. Pode ser um grande supermercado, uma loja de departamentos ou uma galeria composta de várias lojas. Para viabilizar qualquer opção, desenvolvemos um projeto que atenderá a necessidades diferenciadas’’, explica Manoel Luiz Alves Nunes, diretor da Vectra. As lajes dos pavimentos comerciais serão em concreto protendido, uma tecnologia que elimina grande número de vigas. Para aliviar o peso das fundações, decidiu-se pelas paredes dry wall – placas de gesso acartonadas montadas em estrutura de aço fosfatizado. Essa opção proporciona uma diminuição de 80% no peso das paredes e garante mobilidade total no seu uso, possibilitando diversas alterações na planta inicial. Outra novidade diz respeito às estruturas elétrica, hidráulica, ar condicionado e de comunicação. No térreo com saída para a rua Santos, toda tubulação e fiação se concentrará no teto do primeiro subsolo, que teve sua altura aumentada. No pavimento em nível com a rua Pio XII, o processo se repete com os fios e canos passando pelo próprio teto do andar, que também será elevado. ‘‘Com isso, evitamos qualquer possibilidade de enchimento nas paredes, facilitando possíveis reformas’’, enfatiza Manoel. Nas unidades residenciais, as paredes também utilizarão o dry wall e serão absolutamente removíveis, a exceção das peças hidráulicas e perimetrais – que circundam os apartamentos. A tecnologia permite uma alívio de carga entre 40% e 50%, possibilitando uma economia de concreto em torno de 25%. Para facilitar a mudança das paredes, toda a estrutura elétrica se concentrará no teto das residências. Com relação à estrutura hidráulica, o Studio D apresenta mais novidades: as tubulações com sistema de engate rosqueável, que as tornam flexíveis e evitam vazamentos. Nos banheiros, a saída de água dos vasos sanitários e box será lateral. ‘‘Quando tiramos as tubulações do teto do andar inferior, eliminamos a possibilidade de dividir com os vizinhos possíveis problemas de hidráulica. Qualquer defeito será resolvido no próprio apartamento’’, observa o diretor da Vectra. Através dos hidrômetros individuais, cada apartamento receberá contas de água relativas apenas ao próprio consumo. - No total, são 15.600 metros quadrados de área construída. Os 16 andares residenciais abrigam 96 apartamentos com cerca de 107 m2 cada. As unidades apresentam dois quartos grandes – uma suíte – sala de jantar/estar, hall, sacada e cozinha com área de serviço. Graças às tecnologias agregadas, existe total possibilidade de alteração nas divisões internas. A administração das áreas comercial e residencial será independente, inclusive com cobrança do condomínio em separado. Previsto para ser entregue em quatro anos, 85% do empreendimento já foram comercializados – a Romeu Curi Imóveis foi a administradora responsável por 70% das vendas.