No geral, sistema avançou 5,6%
Segundo Rodolfo Montosa, a taxa de administração cobrada pelas administradoras de consórcio é, em média, de 20% pelo tempo de duração do grupo, em geral dez anos ou 120 meses, isto é 2% ao ano. No caso dos imóveis, ''há ainda a possibilidade de uso do FGTS, que permite a oferta de lance ou a complementação do valor do crédito, com utilização do saldo disponível pelo trabalhador'', completa.
No geral, o sistema de consórcios - automóveis, imóveis e eletroeletrônicos - apresentou crescimento de 5,6% no primeiro trimestre de 2004, comparado ao mesmo período do ano passado. Em março último, havia 3,17 milhões de participantes ativos, enquanto um ano antes eram 3 milhões. O acumulado de novas cotas comercializadas somou, entre janeiro e março de 2004, 382 mil, 0,05% mais que as 381,8 mil, de 2003.
Os veículos automotores, maior setor dentro do segmento, 88,1%, mostrou crescimento de 5,3%, elevando o total de participantes de 2,65 milhões em março de 2003 para 2,79 milhões em 2004. No setor de imóveis, a alta foi 40,1%, superando 180,4 mil consorciados em março deste ano. No ano passado eram 128,7 mil. As novas cotas comercializadas cresceram 20,6%, totalizando 24 mil, em três meses deste ano, enquanto em 2003, acumularam 19,9 mil. As contemplações subiram 70,2%, evoluindo de 3,7 mil para 6,3 mil.





