Para o empresário Marcos Holzmann, o ''boom'' de loteamentos fechados registrado em Londrina pode ser creditado a um fenômeno local, que é o resgate da cultura de moradia horizontalizada. Além disso, nos últimos anos a cidade viveu ainda uma mudança cultural, que acabou sendo definitiva para a valorização da zona sul. O conceito de distância do londrinense mudou. ''Como o crescimento da cidade voltou a se dar horizontalmente, gradualmente as pessoas vão se habituando a maiores percursos'', explica o empresário.
Dados da consultoria Urban Systen apontam que as classes A/B detém hoje 29.166 imóveis em Londrina. Deste universo, de acordo com Marcos Holzmann, cerca de 30% deles estão localizados na região sul, a chamada Gleba Palhano, com predomínio maior de lotes sobre o número de apartamentos. São .2857 terrenos para 1.238 apartamentos. ''Os fatos de hoje comprovam o que as pesquisas mostravam quando foi feito o primeiro lançamento, há sete anos'', afirma o empresário.
A Teixeira & Holzmann traz em seu portfólio quatro condomínios horizontais. A empresa planeja agora outro empreendimento, também na zona sul. Até o final do ano será lançado o Royal Forest Residence & Resort, que trará, segundo Marcos Holzmann, características novas, com um grande centro de lazer. Serão oferecidos 480 lotes com metragem em torno de 360 metros quadrados.

mockup