Moro facilita compra ao produtor rural
PUBLICAÇÃO
sábado, 29 de março de 1997
Ligia Barroso Especial para Folha Imobiliária 
Marcos BorgesPedro Bobroff:Você tomba a sua terra e planta; nós terraplanamos a nossa e construímosExpectativa de uma safra de bons negócios imobiliários na região Norte e Noroeste do Paraná. Uma campanha de vendas da Moro Construções Civis, lançada em Londrina e Maringá, é especialmente dirigida ao produtor agrícola e pecuarista para a compra de apartamentos. O Plano Safra prevê, como oportunidade de negócios imobiliários para o segmento agribussiness, o pagamento facilitado, em duas parcelas anuais que coincidem com as épocas de comercialização da colheita e do gado.
Clientes em potencial, mas sempre sujeitos à sazonalidade das safras de inverno e verão, os agropecuristas têm, com esta campanha, uma nova modalidade de parcelamento para a compra de imóveis urbanos. O Plano Safra é uma adequação comercial do produto Moro ao fluxo de receita deste segmento consumidor, argumenta o gerente regional da empresa em Londrina, Pedro Bobroff.
O indexador Elaborado a partir dos resultados de pesquisa
junto a este segmento (classes A e B), que tem recursos econômicos disponíveis para investimentos e ou negócios, apenas a cada seis meses (abril/maio e setembro/outubro), o Safra é um plano de adequação de pagamento em até três anos (que correspondem a seis colheitas), que tem como indexador, apenas a variação do Custo Unitário Básico (CUB).
Segundo Pedro Bobroff, este argumento de vendas é fator positivo e também diferencial. Ele explica: É o CUB, índice estabelecido pelo mercado da construção civil, que vai reger toda a operação. Não é uma campanha de vendas ajustada pela equivalência de produtos. Ou seja, não é preço da soja, trigo, milho, ou a proporção e quantidade disponíveis em sacas de café ou cabeças de gado, que determinam a comercialização; e sim, o preço real do metro quadrado construído. Apartamento é o produto que a Moro constrói e vende. E é este o produto que o agropecuarista vai poder comprar em parcelas semestrais, plenamente adequadas e ajustáveis ao seu fluxo de receita.
Norte e Nordeste Embora a Moro Construções tenha aproximadamente 300 mil metros quadrados de área em construção em Curitiba (sede do Grupo), litoral parananense, Londrina e Maringá, o Plano Safra é destinado apenas para o Norte e Noroeste do Estado, região eminentemente agropecuária.
Apartamentos em edifícios como o Sunset Boulevard (de 291 m2 e em início da fase de acabamento) e o Ravenna Residence (134 m2, em fase de estrutura), em áreas nobres de Londrina; e o Residencial Aldo Lippi, com metragem de 326 m2, localizado no final da Avenida XV de Novembro - um dos pontos residenciais mais valorizados de Maringá-, estão entre as opções de negócios. E, para a comercialização de todos os imóveis, a construtora agrega ainda outro benefício financeiro inédito para o setor imobiliário parananense: diferentes pesos para as parcelas semestrais.
Os estudos e as informações diárias sobre o mercado, demonstram que os resultados em vendas, o volume de negócios, têm maiores possibilidades, após as receitas obtidas com a comercialização da safra de verão. Por isso, a parcela correspondente é maior; para o segundo pagamento anual, que corresponde à safra de inverno, utilizamos um peso menor para o valor da parcela, argumenta o gerente regional. É um programa de pagamento personalizado, de forma integral, centrado em investimento e valorização segura de um bem de raiz o imóvel urbano, diz ele.
Momento oportuno Para criar uma identidade de comunicação entre o produtor rural e o construtor urbano, a Moro Construções Civis estabeleu linguagem e participação comercial em eventos específicos. Através do slogan Você tomba a sua terra e planta. Nós terraplanamos a nossa e construímos, a construtora semeia sua campanha publicitária em solo fértil.
Além da oportunidade de negócios, ofertados ao público alvo, presente durante as feiras agropecuárias de Londrina e Maringá, toda a campanha para a venda dos apartamentos está embasada no real crescimento ocorrido na produção agrícola e pecuária parananense. A previsão para os rendimentos obtidos entre todas as atividades rurais no Paraná é de R$ 8 bilhões, em 97. A soja, principal atividade agrícola do Estado, terá sua maior e melhor safra dos últimos anos; o café, que atingiu seu maior preço, desde a quebra do acordo internacional no início dos anos 80, soma como benefício o aumento do consumo mundial. A pecuária, com o estímulo e a adoção de técnicas modernas, que asseguram melhor qualidade e produtividade, tem, na bovinocultura de corte parananense, uma de suas principais atividades rurais lucrativas.
O gerente regional da Moro em Londrina diz ainda que a somatória destas receitas, destes percentuais de lucratividade, alicerçados em cenário de estabilidade econômica e inflação controlada, propiciam investimentos imobiliários seguros a médio e longo prazos. O crescimento do mercado construtor, em todos os segmentos imobiliários urbanos, é o reflexo imediato da produção e lucratividade agrícola, finaliza.


