Maior demanda está na Classe C
A exemplo do que acontece em outras regiões do País, também em Maringá a classe C é a responsável pelo maior volume de negócios em função do programa ''Minha Casa Minha Vida'', seguida pela classe A, com os imóveis de alto padrão.
O presidente da Central de Negócios Imobiliários, Marco Tadeu Barbosa, diz que as perspectivas ''são excelentes'', em especial para os imóveis mais baratos graças à oferta de financiamentos. A maior procura por imóveis hoje em Maringá está na faixa de R$ 100 mil a R$ 200 mil. ''O que manda hoje no mercado é o financiamento, com 90% das pessoas usando esta modalidade para a compra de imóveis. Por isso, a gente está otimista''.
Segundo a Secretaria de Habitação de Interesse Social da Prefeitura de Maringá, o déficit habitacional estimado na cidade atualmente é de quase 15 mil moradias, sendo a maior parte para famílias com renda de até 3 salários mínimos. (E.A.)





