Industrialização, tecnologia, modernização, durabilidade, facilidade de instalação e beleza. Esses fatores aliados à preservação do meio ambiente, através do uso da madeira reflorestada – que deve substituir em pouco tempo a nativa – estão levando o consumidor a redescobrir a madeira.
São muitas as vantagens da madeira especialmente para quem quer reformar ou construir garantindo o respeito à natureza sem abrir mão do conforto e da segurança.
A madeira está ganhando formas e, muitas vezes, dispensa até a necessidade de uma marcenaria para realizar os projetos. O fato da madeira estar sendo transformada em produtos sistematizados, que viabilizam qualquer tipo de obra, garante a solução e a execução para as construções dentro das normas técnicas, tornando o sistema viável e acessível.
Um exemplo são os sistemas construtivos Stella, desenvolvidos pela Battistella – empresa catarinense que há mais de 50 anos atua no setor. A linha Stella Sistemas Construtivos – que tem como base a madeira cultivada e tratada para o uso na construção civil e paisagismo – traz entre os vários produtos disponíveis as Casas Stella, assim como estruturas de telhados, decks, sidings, divisórias, telhas em madeira, entre outros.
A madeira é tratada em auto-clave, processo à vácuo-pressão que assegura total durabilidade contra a ação de cupins e fungos apodrecedores. ‘‘O mercado está receptivo em função das tecnologias e das facilidades que os sistemas construtivos oferecem. É a solução rápida e segura para quem quer construir ou reformar com agilidade e beleza’’, diz Sérgio Martini, responsável pela divisão de desenvolvimento de produtos.
A tecnologia de ponta utilizada na industrialização da madeira engloba o projeto de cultivo da Battistella, que usa o pinus taeda, originário do sudeste dos EUA, cultivado em mais de 200 fazendas de reflorestamento da empresa nos estados do Paraná e Santa Catarina.
A empresa dispõe de uma equipe de arquitetos e engenheiros que auxilia no desenvolvimento de projetos estruturais, além de equipes especializadas na execução das obras.
Tem também o cuidado de atender sempre à NBR 7190/97, norma brasileira para projeto e cálculo de estruturas em madeira.
Segundo Martini, só vai conseguir acompanhar e atender as necessidades do mercado quem aliar conhecimento à tecnologia e, principalmente, corresponder à pressão mundial sobre a preservação do meio ambiente, oferecendo um produto moderno e ecologicamente correto.

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