Londrina ganha novo condomínio horizontal
PUBLICAÇÃO
sábado, 17 de agosto de 2002
Phoenix Finardi<br> Reportagem local 
'' O maior e o mais completo condomínio horizontal de Londrina''. É assim que a Royal Oliveira Loteamentos e Incorporação define o Sun Lake Residence, que começa a ser construído no mês que vem numa área de quase 610 mil metros quadrados próxima do Shopping Catuaí, na região sul de Londrina, uma das mais valorizadas da cidade. Para competir com outros empreendimentos semelhantes lançados recentemente, o Sun Lake Residence tem duas atrações: um lago artificial de 21 mil metros quadrados com deck para pesca e ilha no centro e um projeto de serviços especiais que incluem uma escola de primeiro grau dentro do condomínio, um mini-mercado com gêneros de primeira necessidade e loja de conveniência e até suítes para acomodar visitantes. ''Nosso slogan é o máximo para a sua família. O Sun Lake reúne tudo que os outros empreendimentos oferecem só que em maiores proporções e com equipamentos e serviços inéditos'' explica Antonio Roberto de Oliveira, sócio-proprietário da Royal Oliveira.
A preocupação com a qualidade de vida pode ser percebida na distribuição da área: apenas 35% serão distribuídos entre os 406 lotes. Os outros 65% foram destinados para área de lazer e serviços. Os moradores do condomínio terão um clube privado de 30 mil metros quadrados com duas piscinas aquecidas, 3 quadras de tênis de saibro com iluminação, quadra poliesportiva para vôlei, futebol de salão e basquete, campo de futebol suíço, área para softbol e mini-golfe, que será praticado na ilha que fica no centro do lago artificial. O condomínio vai oferecer também um Fitness Center completo para prática de musculação e ginástica e para quem prefere esportes que privilegiam o contato com a natureza, os responsáveis pelo empreendimento prometem trilha ecológica para caminhadas e ciclovia.
Um dos destaques do Sun Lake é a Cidade da Criança, com 10 mil metros quadrados, que vai ter atrativos especiais para a garotada: campo de futebol, labirinto, casinha de bonecas, pista de skate e playground com vários brinquedos. A idéia é que as crianças não precisem sair de perto de casa para estudar ou brincar. A escola montada dentro do condomínio deve atender exclusivamente o público infantil do Sun Lake.
Os empreendedores também pensaram no público da Terceira Idade. Para eles o condomínio vai ter uma Área de Convivência de 10 mil metros quadrados com espaço para jogos de mesa, ginástica, palestras, eventos sociais, cancha de bocha e de softbol. Uma grande praça de 5 mil metros quadrados completa o projeto da área de lazer.
Em tempos violentos, um empreendimento como este não podia deixar de privilegiar o aspecto da segurança: ''Pensamos em unir a tranquilidade de quem mora num prédio com o conforto de uma casa'', anuncia Oliveira. O cuidado começa com um muro de 3 metros de altura que circunda todo o condomínio, junto com uma cerca eletrificada. O projeto prevê um sistema de vigilância eletrônica com câmeras de vídeo funcionando noite e dia tanto na portaria quando no portão, que também será eletrônico. Profissionais especializados farão rondas motorizadas durante 24 horas e os moradores terão à disposição um carro de escolta para acompanhá-los da entrada do condomínio até as residências sempre que necessário.
O projeto arquitetônico é de Jorge Gameiro. Um pool de imobiliárias comandadas pela Abílio Medeiros Imóveis vai comercializar os lotes a partir de setembro, quando a Construtora Dinardi, outra parceira do empreendimento, inicia as obras. O investimento previsto é de R$ 15 milhões. Os lotes, com tamanho mínimo de 500 metros quadrados, serão comercializados a partir de R$ 90,00 o metro quadrado. ''Para atrair investidores, decidimos oferecer um prazo de pagamento de 60 meses e, além disso, os primeiros 100 lotes comercializados ficarão livres da taxa de juros'', promete Antonio de Oliveira.
Outro diferencial do Sun Lake promete ser a taxa de condomínio, uma das menores do mercado em relação a outros empreendimentos do mesmo porte: os empreendedores garantem que a taxa não deve ultrapassar os R$ 0,19 centavos por metro quadrado. Oliveira acredita que as vantagens e atrativos vão significar o sucesso do negócio, mesmo numa cidade que já tem vários outros condomínio horizontais: ''Tenho certeza que existe uma demanda muito grande por este tipo de lançamento e Londrina despertou para isso agora'', justifica. Ele também faz questão de garantir que as obras serão entregues dentro do prazo: ''Estamos estimando um período de 18 meses e vamos ficar dentro desta previsão''.


