Talentos regionais, recebem prêmios

A entrega dos prêmios para os vencedores regionais da 6 edição do Talento Imobiliário do Paraná foi na manhã da última terça-feira, durante um café da manhã oferecido pela Delegacia Regional Londrina do Secovi/PR, entidade que instituiu o concurso.
Já tradicional no setor imobiliário paranaense, o prêmio de 2001 foi para o talento da Imobiliária Coroados, vencedora em duas categorias Comercialização e Administração e para Abílio Medeiros Imóveis, na categoria Lançamentos. Os vencedores regionais, escolhidos através de uma comissão julgadora, participam também da fase estadual realizada na sede do Sindicato da Habitação, em Curitiba.
Em Londrina, os anfitriões da manhã de solenidades foram o delegado regional José Luiz de Assis, Jorge Coimbra e o vice-presidente do Secovi-PR, Márcio Strini.

Código de ética, para as esquadrias

A iniciativa para elevar (e estreitar) as relações de mercado foi da Associação Nacional dos Fabricantes de Esquadrias de Alumínio - AFEAL. O código de ética para o setor foi lançado oficialmente no último dia 4, e apresentado em 16 páginas. No texto de três páginas, a relação de normas técnicas de esquadrias e a Lei Brasileira de Defesa da Concorrência a conduta de trabalho dos fabricantes e fornecedores de esquadrias de alumínio junto ao mercado consumidor, a obediência às Normas Técnicas, critérios de livre concorrência e ao estatuto da entidade. Modelo do código também está no site da associação www.afeal.com.br

Na Moro, juro zero em 2002

Apostando na estabilidade econômica e nas recentes quedas do dólar, a Moro Construções Civis acaba de lançar uma nova campanha ''2002 Moro Light Tranquilidade o Ano Inteiro'' que oferece ao cliente que comprar um apartamento novo agora em dezembro (até 31), juro zero sem correções durante o próximo ano inteiro. Na prática, o comprador não irá pagar nada de juros nem nas parcelas nem nos balões durante 2002.
Os clientes têm entre as opções de compra de apartamentos mais de dez empreendimentos da construtora: os edifícios Santos Dumont, Portal do Botânico, Casablanca, Vivendas do Ecoville, Tom & Vinícius, Visconti e Fellini, Odeon, Solar Barroco e o Flat London Palace. ''Estamos vislumbrando um quadro de estabilidade econômica e que não haverá variações no próximo ano. Com isso, podemos dar essa garantia aos nossos clientes'', diz o gerente de vendas da construtora, Álvaro Alves.
Durante todo o ano de 2001 a Moro passou por uma grande reestruturação, o que, segundo a direção, garante à empresa fazer esse tipo de promoção. A construtora tem adotado uma política de perdas de 0% em suas obras, a racionalização de custos, o investimento em obras industrias que também garante um ótimo retorno e a utilização do ''just-in-time'' no processo produtivo. ''Hoje em dia também temos um perfil bem claro e exato do que nossos clientes estão procurando, o que nos garante uma redução de custos maior e o aumento da produtividade'', revela o diretor técnico Bruno de Franco, enfatizando que ''o mercado exige isso hoje''.

Piso elevado, em baixa pressão

Atenta às necessidades das indústrias que produzem pisos elevados para edifícios comerciais e para escritórios, a Duratex desenvolveu e está lançando o Madeplac BP produto fabricado a partir de placas de aglomerado de alta resistência que já vem com acabamento laminado melamínico de baixa pressão.
O novo produto chega ao mercado em duas espessuras: 28 e 38 mm, no tamanho 1,83m x 2,46m. Padrões madeirados em tons claros como os pátinas pérola, branco, marfim e bege, são o grande diferencial do produto que também pode ter padrões unicolores argila, ovo e cinza.
Mais informações sobre o Madeplac BP através do 0800 557474.

Saída, para evitar inadimplência

A orientação jurídica, transcrita de artigo da Zona Financeira e Panorama Brasil, é da advogada e especialista em direito do consumidor, Eliane Fernandes Vieira. Segundo ela, reduzir as prestações ou o saldo devedor do financiamento imobiliário pode ser um bom começo para quem espera um ano novo com mais dinheiro no bolso.
''Pouca gente, porém, leva em conta a possibilidade de pleitear judicialmente o direito de pagar um valor justo pelo seu imóvel. Esse desconhecimento quase sempre transforma em pesadelo o tão acalentado sonho da casa própria, com a perda pura e simples do bem ou então o início tardio de uma ação na Justiça quando a pessoa já está inadimplente.
Embora o trânsito injulgado de um processo do gênero costume demorar alguns anos, pode-se conseguir imediatamente a redução do valor da prestação, através de depósito em juízo. Nada impede também que já na primeira audiência de conciliação surja a possibilidade de um acordo, melhorando a situação do mutuário. A médio e longo prazos o que a pessoa pode fazer é evitar tornar-se inadimplente e ter o seu nome inscrito na lista de maus pagadores.''
Segundo a especialista em direito do consumidor, a redução da dívida pelo caminho judicial pode chegar a 60% em casos como a conversão do indexador do contrato de TR para INPC Índice Nacional de Preços ao Consumidor. Além disso, ela lembra que, por força de lei, nenhuma prestação originária de financiamento imobiliário com garantia hipotecária pode superar 30% dos rendimentos do financiado.
O alto valor do saldo devedor residual, segundo a advogada, tem como origem diversas distorções que os agentes financiadores praticam, cometendo uma série de impropriedades ao longo do período de pagamento. Dentre os problemas mais frequentes ela destaca a aplicação incorreta e abusiva de juros e taxas, utilização indevida do plano de reajustamento pactuado (são mais de oito os tipos de planos de reajustamento existentes) e outros ''pequenos truques'' que acabam tornando impossível o pagamento.
Nos casos dos contratos ainda não vencidos, Eliane ressalta a possibilidade de o mutuário propor uma ação revisional, englobando o reexame de taxas, percentuais, aplicação de juros e adequação dos planos de reajustamento, com o objetivo de reduzir o valor das prestações. Contratos já vencidos que possuem saldo devedor residual podem gerar um processo semelhante, visando obter a diminuição desse mesmo saldo devedor e, consequentemente, permitir que o mutuário honre o seu compromisso. ''Os casos de inadimplência são passíveis de renegociação tanto administrativa como judicialmente'', completa a advogada.

Informações e sugestões para Informe Mercado & Construção via e-mail: [email protected]

mockup