Arthur Harbs é síndico profissional há quatro anos, mas já tinha sido síndico eleito por muito tempo. Adquiriu experiência e resolveu colocá-la em prática na área profissional.''O futuro está caminhando para isso. Espero que essa profissão seja regulamentada logo para não virar bagunça'', diz.
Harbs acumula a função de síndico profissional em três condomínios, um deles com mais de mil condôminos, cumprindo uma rotina diária de oito horas de trabalho. A função, para ele, requer muito tato. ''A paciência deve vir em primeiro lugar, principalmente para administrar os conflitos que surgem'', diz. Para se aprimorar na área ele conta que até curso de mediador de conflitos realizou.
De acordo com Harbs, os prédios e condomínios horizontais que optam por um síndico profissional precisam tem um conselho fiscal muito atuante para que nenhuma irregularidade ocorra. Ele esclarece que o síndico é o responsável por tomar conta de um patrimônio que não lhe pertence como se fosse seu. Por isso toda precaução é pouca.
Ele conta que o salário de um síndico profissional é a assembleia que decide de acordo com o número de unidades que o condomínio possui. ''Um condomínio com 400 unidades o salário gira em torno de R$ 2,5 mil, mas o salário varia de condomínio para condomínio'', explica. (K.A.)

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