Flat é opção para solteiros e recém-casados
Para a professora July Louise Gonçalves e o marido, a transformação do antigo hotel Nóbile (área central) em flat veio a calhar. Quando casou-se há dois anos ela ainda era universitária e o pai havia comprado duas unidades do imóvel e os transformado num apartamento. ''Havia uma cama de casal, duas de solteiro, colchões, dois criados-mudos, duas mesas, cadeiras, um balcão, dois televisores de 20 polegadas, armários nos quartos e banheiros com box. Trouxemos apenas a geladeira, fogão, armário de cozinha e uma máquina de lavar roupas'', descreveu a professora que paga entre R$ 220,00 e R$ 230,00 de condomínio. ''Pretendemos morar aqui mais cinco anos até comprarmos, pelo menos, um terreno e construirmos nossa casa'', completou.
O mesmo flat também 'caiu como uma luva' na vida de uma estudante e artesã, que preferiu o anonimato. Ela queria um apartamento no centro da cidade, com alguel máximo de R$ 300,00, onde pudesse manter a liberdade de viver sozinha. ''Vendi quase todos os móveis que tinha porque não gosto de carregar mudança. Gosto de praticidade e pouco trabalho. Quero sair daqui apenas para um imóvel meu'', disse a moça, que está no flat há um ano.(B.R.)





