Fabricante dá dicas sobre modernização de elevadores
PUBLICAÇÃO
sábado, 19 de junho de 2004
Da Redação 
Estima-se que no Brasil há em torno de 250 mil elevadores instalados, muitos com mais de 40 anos de uso e a maioria destes, totalmente obsoletos. Com o passar dos anos, a modernização é um fator necessário, para que o equipamento tenha uma boa performance e atenda bem seu público-alvo. Além das cabinas, os 'sintomas' mais frequentes do desgaste, causado pelo tempo de uso são as partidas e paradas bruscas, desnivelamento da cabina com o piso do andar, alto consumo de energia e altos gastos com manutenção devido a peças de reposição fora de linha.
A modernização de elevadores é um conceito ainda pouco explorado no Brasil, mas que deve ser levado em consideração, porque traz diversos benefícios, segurança; melhoria de performance, eliminando ruídos e vibrações proporcionando viagens mais confortáveis; economia de energia em até 40%, além de visual moderno na cabina, obtém-se também, elevadores mais econômicos e seguros.
Ednilson Gomes, gerente de serviços da Otis, explica que a modernização pode ser feita de uma só vez ou por etapas. Em primeiro lugar, é sugerida a troca de componentes ligados à segurança e a substituição do quadro de comando (micro-processadores) e troca da sinalizações e botoeiras de andar, por último, a modernização (embelezamento) das cabinas, piso, subteto e máquinas de tração.
Para realizar a modernização, a equipe da Elevadores Otis avalia, inicialmente, as condições técnicas do equipamento e calcula o tempo de instalação para determinar os custos. ''Se o elevador recebe uma boa manutenção, a modernização se torna econômica e o tempo de paralisação do elevador é menor, de 30 a 45 dias, no máximo'', lembra Gomes.
No mundo, em torno de 700 milhões de pessoas utilizam os elevadores para se locomover. No Brasil, aproximadamente 55% dos elevadores instalados, segundo informações da Otis, necessitam de uma modernização. Este processo nada mais é do que o aproveitamento da parte mecânica dos elevadores mais antigos, incorporando-se à tecnologia dos mais modernos.


