Mobilizando até 10 vezes mais mão-de-obra do que os condomínios verticais, os loteamentos fechados também são vistos por Marcos Holzmann como uma alternativa para o reaquecimento da economia do município e para a geração de empregos. Diferente do que acontece com os edifícios, para os quais somente um arquiteto e um engenheiro elétrico são contratados para todo o projeto, nos loteamentos cada casa é tocada por um profissional diferente'', explica Holzmann. ''Isso implica em um número de contratações até 10 vezes superior do que nos condomínios normais''.
Além do grande número de vagas de emprego geradas pela construção civil, o menor poder de negociação dos loteamentos junto aos fornecedores faz com que toda a economia da região se movimente. ''Com os prédios, as negociações para fornecimento de material de construção e acabamento são feitas em bloco, com grandes empresas de São Paulo, principalmente. Já no caso dos loteamentos, cada dono de casa é o responsável por seus negócios, o que faz com que suas compras sejam feitas em lojas da região'', conclui.

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