Em Londrina, repercussão é positiva
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sábado, 07 de agosto de 2004
Erika Zanon<br>Reportagem Local 
Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Norte do Paraná (Sinduscon-Norte), Junker de Assis Grassiotto, não há dúvidas de que o veto no presidente Lula na questão ambiental vai ajudar a preservar o meio ambiente e, para ele, isso é extremamente importante. Por outro lado Grassiotto disse que como a legislação é bastante ampla, talvez crie dificuldades na implantação de novos empreendimentos.
''A gente espera que isso não aconteça, mas talvez isso diminua a capacidade de iniciativa dos empresários do setor'', avaliou. Ele ponderou que as discussões não devem ser extremadas. ''É possível discutir as coisas no sentido de que a preservação e a expansão imobiliária aconteça'', comentou.
O presidente do Sindicato das Indústrias de Compra, Venda e Locação de Imóveis (Secovi), Rosalmir Moreira, acredita qua a decisão de vetar o artigo vai trazer mais qualidade de vida para os habitantes. Para ele, a distância mínima para a construção de um empreendimento imobiliário próximo de uma área de preservação, que com o veto passou a ser de 30 metros, deveria ser até maior em algumas áreas como os mananciais de abastecimento. ''Eu não considero isso um entrave. Em áreas de preservação ambiental não se deve construir nada'', afirmou.
Já, o veto do presidente que trata da parte da lei que permitia o aumento de 2% para até 10% da multa por atraso no pagamento da taxa de condomínio, deixou o sindicato bastante decepcionado. Moreira informou que desde que a multa por atraso passou de 20% para 2% no início do ano passado a inadimplência aumentou 35%. ''Isso prejudica o condomínio e onera os moradores.''


