Custos elevados de produção, baixa rentabilidade e taxas de juros inadequadas para o financiamento de longo prazo são fatores que desestimulam os novos empreendimentos imobiliários em todo o País, e com a indústria da construção civil londrinense não é diferente.
Cidade que chegou a produzir, em 96 e 97, mais de 1 milhão de m2, batendo os recordes alcançados no boom da verticalização ocorridos em meados dos anos 80 (cerca da 900 mil m2 aprovados pela Secretaria de Obras), fechou o ano passado com exatos 720.042 mil m2 em alvarás liberados para novas construções.
‘‘Mas já existem sinais de melhora para o setor’’, comenta o presidente do Sinduscon Norte, engenheiro Clóvis Coelho, que vê, no volume de metros quadrados solicitados no primeiro semestre de 2000, razão para que este segmento industrial continue (sempre) otimista.
‘‘Nossa maior luta é conseguir controlar o crescente aumento nos preços dos insumos básicos e conquistar patamares cada vez maiores na qualificação de nossos serviços e produtos, sejam eles residenciais ou comerciais’’, completa Coelho.(L.B.)

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