Em Londrina e Maringá, os pregões são mensais
Com volume nenor de imóveis para comercialização, as imobiliárias associadas ao Secovi-PR das cidades de Londrina e Maringá, realizam os pregões apenas uma vez por mês, mas nos mesmos moldes do recém-implantado MercoDados. E, justamente por concentrarem também um número menor de empresas, foram precursoras deste tipo de trabalho: a avaliação em média real para o mercado, levando-se em conta o tipo de construção, sua localização e área total, realizada em conjunto com técnicos e corretores imobiliários.
A reunião entre 15 ou 20 corretores, antigos conhecedores do mercado local, possibilita a troca de informações que servirá também de parâmetro para a avaliação e a vigência de valores e custos médios dos imóveis colocados à disposição do mercado, tanto para venda como para locação, sejam eles residenciais ou comerciais, urbanos ou rurais, diz o presidente do pregão londrinense, o imobiliarista José Carlos Delalibera.
Como a função do pregão não é a de estimular a especulação imobiliária, a Delegacia Regional do Secovi de Maringá, por exemplo, determina que cada um dos corretores participantes (entre 25 e 30, mensalmente), apresente para avaliação conjunta apenas dois imóveis - um para venda, outro para locação. Através das ofertas colocadas para avaliação, os corretores analisam as condições do mercado, ampliando assim a visão técnica do mercado. Isso proporciona segurança para o imobiliarista, ciente do valor médio praticado pelo mercado, e tranquilidade para o cliente, que sabe que teve uma avaliação embasada e justa, conclui Delalibera. (L.B.)





