Em hospitais e escolas, atenção especial
Ampas de acesso para circulação de portadores de deficiência ou ainda para as mães que transportam crianças em carrinhos de bebê precisam estar dentro dos padrões da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Segundo a arquiteta Sandra Wihby, as rampas devem ter de 8% a 10% de inclinação e precisam ser revestidas com piso antiderrampante. A arquiteta lembra que é muito comum ver rampas fora do padrão específico. ''Os deficientes, por exemplo, nem sempre conseguem entrar em alguns lugares por conta dessa irregularidade'', lamenta.
Em relação às escadas, a maior preocupação dos arquitetos está ligada à segurança. ''Escadas pecisam ser muito bem sinalizadas'', avisa Luciano Imperatori. Por normas brasileiras, torna-se necessário colocar corrimão em toda a extensão da escada. A cada 20 centímetros de distância da base da escada até o corrimão é imprescindível o uso de barras transversais de proteção ou vidros de vedação.
Segundo Imperatori, também é interessante sinalizar cada degrau - pode ser a aplicada uma faixa lixada no próprio piso ou faixas emborrachadas. Ele lembra também que é importante que todos os degraus tenham a mesma medida, porque o cérebro grava o ritmo de caminhada e a pessoa pode até sofrer um acidente se um dos degraus estiver fora dos padrões.(E.Z.)





