Uma das saídas para o descarte correto dos materiais nos casos de pequenos produtores são os Ecopontos. Em Londrina, existem sete pontos para descarte de resíduos de obras, dois ficam na região sul, dois na norte, dois na oeste e um na leste. ''Os ecopontos servem como auxílio para pequenos geradores, já que eles podem depositar ali até um metro cúbico de resíduo'', informa, Gilmar Domingues Pereira, diretor de Operações da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU).
O órgão também é responsável por fiscalizar o descarte irregular desses materiais. Pereira diz que esse é um trabalho que exige grande demanda, uma vez que Londrina tem 84 fundos de vale, constantemente utilizados irregularmente para esta finalidade. Para minimizar o problema, ele defende a integração de secretarias com a Companhia para ampliar a fiscalização. ''Já estamos estudando esta possibilidade para otimizar a fiscalização. É preciso estimular também a consciência ambiental de todos, inclusive dos geradores porque o descarte irregular afeta o meio ambiente'', defende.
Questionado sobre o grande acúmulo de materiais nos Ecopontos, o diretor assumiu que o problema existe e prevê ações para sua resolução. ''Estamos estudando novas metodologias para o recolhimento desse material. Algo deve e precisa ser feito ainda esse ano'', finaliza. (VF)

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