Documento pede subsídios e aponta entraves
O clima mais propício às exportações levou sete entidades representativas do setor apresentaram ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, no âmbito do Fórum de Competitividade da Construção Civil, o documento ''Subsídios para uma política de exportação de serviços de engenharia'', que aponta os principais entraves às exportações de serviços ''turn key'' (completos).
A questão do crédito às exportações, cuja deterioração minou as exportações de serviços de engenharia, é o foco do trabalho do setor, que inclui empresas como Camargo Corrêa e Norberto Odebrecht. Na verdade, o financiamento do cliente é considerado uma grande vantagem competitiva no mercado internacional, pois, para disputar um contrato, as construtoras precisam oferecer crédito aos países que realizam investimento em infra-estrutura para financiar os bens e serviços exportados para o projeto.
Para chamar a atenção sobre a importância das exportações de engenharia, os empresários argumentam que, por conta do alto grau de alavancagem dessa indústria, o financiamento de um projeto de serviços de engenharia passa a corresponder, também, ao financiamento das exportações de outros bens e serviços incorporados ao empreendimento que será realizado no Exterior.
De forma geral, a exportação de serviços de engenharia engloba consultoria de engenharia e arquitetura, montagem, construção, material e equipamentos de construção (tratores, motoniveladoras, pás e carregadeiras). (AE)





