- Sistema "alerta vigia", em que o porteiro ou vigia deve acionar um botão em um intervalo pré-determinado, tendo que se movimentar para apertar o botão. O ideal é que esse sistema seja on-line, ligado a uma central de monitoramento. Assim, caso o profissional não aperte o botão no tempo correto, alguém imediatamente entre em contato para saber se está tudo bem na portaria

- Câmera na portaria. Com câmeras ligadas a uma central, o porteiro e todo o condomínio se sentem mais resguardados em sua segurança, já que, caso o local seja invadido por bandidos, a central de monitoramento consegue acionar a polícia rapidamente. O custo médio para instalar e manter um sistema desse tipo no condomínio é de R$ 1 mil por mês – independente do número de portarias ou guaritas no local. Um ponto negativo da câmera na portaria ou guarita é a de falta de privacidade que os colaboradores podem sentir em seu ambiente de trabalho. Por isso, o ideal é que os moradores não tenham acesso ao que essa câmera filma, ficando restrito esse conteúdo à empresa de segurança. Também é importante que haja uma placa avisando que aquele local está sendo filmado, e que a filmagem é protegida nos termos da lei.

- Sistema linear. É uma forma de avisar o porteiro, quando alguém está chegando, por meio do acionamento de um botão de dentro do carro. Assim, conforme o morador se aproxima, o porteiro vê na sua tela quem está chegando, em qual carro, e como está o movimento da rua naquele momento. Nesse caso, o preço de implantação depende muto do número de unidades do local

- Rede de Comunicação Integrada. Este recurso figura como uma das formas mais eficientes de combate aos cochilos. Ele promove a integração entre outras portarias, tem baixo custo e grande eficiência, mas deve ser implantada com muito critério. Se não for feita adequadamente pode virar um "rádio fofoca". Seguindo a mesma linha, essa comunicação por rádio também pode ser feita entre a portaria e a ronda motorizada, caso o condomínio tenha este serviço.

- Portaria virtual. Apesar de ainda apresentar resistência por parte de muitos síndicos e moradores, é uma alternativa que vem ganhando força nos últimos anos em condomínios residenciais. O custo de aquisição e implantação é elevado, mas ganha-se com a economia gerada na redução do quadro de funcionários. Com este recurso o condomínio abre mão dos funcionários da portaria e passa a ser vigiado e controlado remotamente por uma empresa especializada.

- Dupla jornada: apesar de não ser ilegal o colaborador ter dois empregos, desde que na jornada 12h x 36h, o condomínio deve pesar seriamente se vale a pena contratar um funcionário que trabalhe em outro local e que, por isso, talvez não consiga estar descansado o suficiente para trabalhar durante a noite.

- Portaria climatizada: um local que não esteja abafado, mas fresco, diminui o sono

- Uniforme: é imprescindível que o condomínio ofereça um uniforme de frio adequado, com uma boa jaqueta – evitando que o funcionário precise levar uma manta para se aquecer

- Café: deixar uma garrafa térmica na guarita ou portaria ajuda a manter o funcionário acordado

- Cadeira adequada: se o porteiro vai passar oito horas sentado, é importante que ele se sinta confortável

- Missão: deixar o profissional ocioso durante várias horas não ajuda a combater o sono. Quem trabalha de noite pode adiantar papelada para o turno da manhã, separar correspondência, ou passar algo a limpo. O que não se deve é deixar o colaborador sem nada para fazer

Fonte: Portal SíndicoNet

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