Da Redação
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) premiará em 16 de março, cinco projetos de conclusão de curso feitos em aço, entre os 90 realizados pelos formandos de arquitetura das faculdades de São Paulo (capital e interior) e do Rio de Janeiro, e expostos na Galeria Marta Traba, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
A iniciativa faz parte da primeira ‘‘Premiação CSN na Construção Civil’’, realizada com o apoio do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) e com o objetivo de incentivar a criatividade no uso do aço na construção desde o meio acadêmico, além de promover sua aplicação no mercado a longo prazo. Os projetos expostos serão avaliados pela comissão julgadora formada pelos arquitetos Affonso Junqueira Accorsi, João Walter Toscano, Luiz Paulo Conde, Giancarlo Gasperini e Siegbert Zanettini.
O valor do prêmio para os cinco melhores projetos é de R$ 5 mil. Serão atribuídas ainda 10 menções honrosas. Para o diretor nacional do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), Carlos Maximiliano Fayet, o concurso é oportuno. ‘‘A CSN coloca à disposição dos jovens arquitetos um produto de alta qualidade e os incentiva a pensar, pesquisar, encontrar soluções e alternativas para sua utilização como elemento principal da construção civil, contribuindo na formação acadêmica dos novos profissionais.
Astro principal da premiação, o aço galvanizado é o mais novo e econômico material usado na construção civil. Pioneira neste setor no Brasil, a CSN (que lançou pedra fundamental para construção de sua mais nova fábrica nesta semana, em Araucária, Região Metropolitana de Curitiba) desenvolveu uma casa de aço com custo mais baixo - com 54,4 metros quadrados, ficaram prontas em menos de 15 dias, com custo de cerca de R$ 15 mil.
Oportunidade para que governos, cooperativas, construtoras e incorporadoras construam casas de qualidade, duráveis, modernas e seguras, num prazo mínimo de tempo e a custos mais baixos, o aço é alternativa também para construções comerciais. A rede de lanchonetes McDonald’s, por exemplo, já se rendeu à novidade: construiu sua primeira loja, de 354 m2, inteiramente do produto em frente à sede da siderúrgica em Volta Redonda e está prestes a inaugurar a segunda, em Nova Iguaçu (Baixada Fluminense). O resultado foi uma economia de cerca de 25% no tempo da obra e de 30% no custo da construção. A loja, que consumiu 17,5 toneladas de aço zincado, ficou pronta apenas dois meses após o início da construção.

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