Cor e aromas diversificam opções
Parte do cotidiano da maioria das famílias de outros países, no Brasil a vela está fortemente ligada à religiosidade (igrejas). Em casa, só eram usadas quando faltava luz. Não havia uma preocupação com a estética e os modelos disponíveis eram poucos e, normalmente voltados para complementar castiçais.
As coloridas, por exemplo, eram praticamente restritas a cerimônias de seitas. Em casa, as velas coloridas só entravam na época do Natal e Ano Novo. E, mesmo assim, por influência européia, somente as vermelhas, verdes, douradas e prateadas, sempre prevalecendo o gosto pelo branco. O reconhecimento da influência das cores na qualidade de vida (cromoterapia) jogou uma nova luz sobre as velas.
As velas azuis, por exemplo, trazem serenidade e calma. Dizem os livros sobre o assunto que esta cor é capaz de eliminar as energias negativas sendo ideais para quartos de dormir. Para o banheiro ou quartos que abrigam pessoas doentes, a escolha certa é o verde porque ele ajuda a renovar as energias. Alguns especialistas em cromoterapia afirmam que o verde tem inclusive uma ação anti-séptica.
A demanda por ambientes mais tranquilos, aconchegantes e cheios de paz colocou em alta as filosofias orientais. Acabou funcionando como um impulso a mais no uso de velas em casa, principalmente as aromáticas. Hitamara Furtunato explica que a resina é perfeita para reter aromas, soltando lentamente o perfume para o ambiente. No caso das velas, o calor da chama ajuda a exalar e espalhar o aroma.
Uma dica é usar velas com aroma de erva-doce em locais de estudo e trabalho porque o seu perfume estimula a criatividade. Na sala de visitas, prefira as de alfazema harmonia e prosperidade. O aroma do mel é ideal para salas de estar e de jantar porque tem ação conciliatória nas relações pessoais. Independente destas propriedades; o olfato é um dos sentidos mais importantes para transmitir a sensão de bem estar. Quem não gosta de entrar em um ambiente agradavelmente perfumado? , afirma. (C.B.)





