Casos de atividades comerciais em condomínios residenciais, que deveriam ser locais de tranquilidade e repouso, são comuns. Mas o morador de um edifício residencial de Londrina, que pediu para não ser identificado, relata que seu vizinho de porta usava o apartamento como escritório para vendas de produtos de informática, sem o conhecimento por parte do síndico e demais moradores.

Lá, o vizinho recebia clientes, e os atendia invariavelmente de porta aberta, perturbando a tranquilidade dos demais moradores do andar, continua. ''Da sala do meu apartamento, eu conseguia ouví-los acertando preços de produtos. A gente se sentia meio invadido'', lembra.

Descontente, ele fez uma pesquisa para tentar descobrir do que se tratavam os negócios do vizinho, e chegou a encontrar o endereço do edifício divulgado na lista e na internet como o de uma loja de informática. ''Tinha até mapinha mostrando como chegar ao prédio.''

O morador lembra ainda que as ''topadas'' com pessoas estranhas no corredor eram frequentes e destacou o risco de pessoas mal-intencionadas se passarem por clientes para ''sondarem'' os outros apartamentos. ''Teve ocasiões em que as negociações ocorriam na porta do elevador, e minha esposa chegava com o carrinho de bebê e se sentia constrangida com uma pessoa parada ali.''

Leia mais na matéria da repórter Mie Francine Chiba

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