Quando o médico de Rolândia, Roberto Ortiz, ouviu falar sobre o Terras de Canaã por meio de um amigo que havia adquirido um lote, logo se interessou pelo investimento. A confirmação veio com a visita ao empreendimento. ''Eu já havia estado em outros loteamentos, mas nunca tinha visto nada igual'', relata. O encantamento foi tamanho que o profissional fez questão de escolher um terreno com declínio, já pensando em projetar a sua casa com uma bela vista do pôr-do-sol, que se põe sobre a floresta nativa.''Tenho a minha casa inteiramente projetada na mente'', comenta.
Mesmo antes de começar a construir, a família Ortiz já usufrui das benfeitorias oferecidas pelo empreendimento como piscina, área de caminhada, churrasqueira, sede social e parque para as crianças. ''Minha filha costuma ir com as amigas no final de semana e estamos programando o próximo aniversário para ser comemorado lá'', adianta Ortiz.
O empresário Gelson Batista não tinha planos de fazer parte de nenhum loteamento até visitar o local por indicação de um amigo. ''Foi paixão à primeira vista'', brinca. Batista, que mora em um apartamento no centro, se surpreendeu com a vasta área voltada para a construção e com os espaços de lazer. ''Hoje pago em média R$ 300 de condomínio em um prédio que me oferece apenas playground e uma churrasqueira. Lá eu tenho uma infinidade de atrativos por uma taxa condominial de R$ 150'', compara.Ele pretende construir a partir do próximo ano, já tendo em vista vir a morar no empreendimento futuramente.
O caso da família Cardoso foi muito interessante. O administrador de empresas Marcos Cardoso foi o primeiro a adquirir seu lote. ''Fui visitar o empreendimento, mas não esperava que fosse tão bonito como é'', alegou. Na sequência, seus três irmãos e uma irmã garantiram seu espaço. ''Todo mundo achou que seria um bom investimento'', afirmou Cardoso. A família do administrador pretende iniciar as obras em breve e já conta com a aprovação do mais novo integrante da família, o filho de dois anos. A única dificuldade da família está em conseguir tirá-lo dos brinquedos do parque na hora de ir embora. Com tantas atrações, fica difícil convencê-lo de que é hora de parar a brincadeira. (M.A.T.)

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