No Grupo A. Yoshii são aproximadamente 2,8 mil funcionários com idades variadas, mas com crescente participação de jovens trabalhadores. Na faixa de 18 a 25 anos há 784 trabalhadores, aproximadamente 35% do quadro, o que permite uma mescla de profissionais experientes e a juventude.
O mercado aquecido tem exigido que construtoras busquem por profissionais qualificados e a invasão tecnológica que vem ocorrendo nos canteiros de obra tem facilitado a inserção do público jovem. ''Eles tem um domínio melhor das tecnologias, como operar algumas máquinas isso abre espaço no setor'', diz Sandro Sadao Nagata, gerente da Yticon
Já na Plaenge, segundo Ricardo Aires Ferreira, coordenador de administração de pessoas, avalia que o canteiro de obras não tem atraído os jovens. Nas obras em andamento a construtora conta com cerca de 2 mil profissionais, 85% deles são homens com idade média de 38 anos e 15% de mulheres com idade média de 34 anos. ''O setor está inovando para atrair os jovens porque precisamos deles'', argumenta.
A falta de mão de obra jovem e a necessidade de renovação também é sentida na Vectra Construtora. Segundo o coordenador de projetos, Márcio Giocondo está cada vez mais complicado encontrar quem queira ocupar funções muito braçais como, por exemplo, a fundação dos prédios. ''Temos mecanizado esse setor para tentar atrair os jovens, junto à valorização salarial da mão de obra'', afirma. (V.F.)

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