Dados divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), a previsão para a construção civil é continuar crescendo e atingir 6%, 1% a mais que 2007. A aposta está no mercado imobiliário e nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que começaram efetivamente no final do ano passado e terão seus reflexos sentidos ao longo de 2008. Entre as principais obras em que o setor aposta estão as recuperações das rodovias, cujas concessões foram licitadas recentemente, e a construção de usinas hidrelétricas no Rio Madeira: Santo Antonio, licitada no início do mês, e Jirau, com previsão de licitação no início de 2008.
SH quer crescer 47%
As empresas do setor acompanharam o ''boom'' da construção civil. A SH, líder no segmento de fôrmas, andaimes e escoramentos, por exemplo, fechou o ano de 2007 com o faturamento de R$ 77 milhões, que representa um crescimento de 41% em relação a 2006. Os resultados deve-se ao aquecimento do mercado imobiliário, o aumento de obras de infra-estrutura e o expressivo volume de obras do setor privado, como construção de indústrias, edifícios comerciais e shoppings. De acordo com o gerente Regional Sul, Edewaldo Campanella, o ano de 2007 foi uma grande surpresa para o setor. ''Para atender a demanda de mercado a SH investiu R$ 14 milhões, 100% a mais do que o ano anterior'', explica o gerente.
As perspectivas da empresa para 2008 são muito otimistas. A SH pretende manter o ritmo acelerado e crescer seu faturamento em 47%. Para isso serão investidos cerca de R$ 40 milhões em estoque de equipamento, quase 3 vezes mais que o ano anterior. ''Estuda-se também a abertura de novas unidades no Brasil'', ressalta Campanella.
Fundada em 1969, a SH está em oito unidades espalhadas pelo Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília, Paraná, Espírito Santo e duas na Bahia. Além disso, possui uma equipe de representantes em mais onze estados.

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