Complexo Marco Zero tem novos parceiros
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sábado, 26 de maio de 2012
Célia Guerra <br> <br> Reportagem Local 
A parceria entre a Raul Fulgêncio Negócios Imobiliários com o Grupo A.Yoshii possibilitará a construção de torres residenciais e comerciais no Complexo Marco Zero, Zona Leste de Londrina. O anúncio foi feito pelo imobiliarista Raul Fulgêncio, em visita à Redação da FOLHA, na última semana, que não esconde a empolgação pelo sucesso do complexo.
No local já estão em construção o Shopping Boulevard Londrina, a loja do grupo de material de construção Leroy Merlin e o Hotel Ibis, do grupo Accor. ''O Shopping é o vetor de desenvolvimento da região'', garante Fulgêncio apostando no empreendimento também para a atração de outros negócios para o bairro.
A loja do grupo Leroy Merlin, segundo Fulgêncio, está em fase final de construção e o início das atividades comerciais deve ocorrer a partir do mês de setembro. As obras do shopping também estão aceleradas e a inauguração é prevista para o primeiro trimestre de 2013.
O presidente do grupo A.Yoshii, Atsushi Yoshii, em nota enviada à FOLHA, informa que os empreendimentos imobiliários serão erguidos em um terreno de 35 mil metros quadrados, com os selos de qualidade A.Yoshii e Yticon. Sem revelar o número de torres, ele afirma que os clientes vão poder usufruir de uma ampla área de lazer que compreende shopping, comércio, cultura e área verde. ''Nossa parceria tem por objetivo desenvolver projetos que atendam às necessidades do mercado e dos clientes, oferecendo qualidade de vida e segurança para toda a família, por meio do desenvolvimento de plantas com distribuição inteligente.''
Yoshii também acredita no desenvolvimento que a região terá com a instalação do shopping, da Lerroy Merlin e dos demais empreendimentos na região do Marco Zero. ''A demanda por moradias de qualidade virá consequentemente e as famílias vão encontrar apartamentos compatíveis com o dia a dia moderno'', diz o presidente do Grupo A.Yoshii.
Os investimentos das obras previstas para o Marco Zero, pelos cálculos de Raul Fulgêncio, devem ultrapassar a casa do R$ 1 bilhão. O imobiliarista destaca que Londrina atrai o interesse de investidores de várias regiões do país, mas não poupa críticas ao poder público. ''Vender Londrina é fácil. Difícil é a implementação dos negócios pelos entraves da administração municipal. A Lei da Muralha, por exemplo, é um inibidor do crescimento e do desenvolvimento da cidade'', alfineta.


