O código de ética Aelo, criado pela Associação de Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano do Estado de São Paulo, vem inibindo a ação de aventureiros vendedores e garantindo tranquilidade aos compradores de lotes
urbanos residenciais e comerciais, em toda a região metropolitana da capital paulista.
Regimentado pelas obrigações impostas no Código de Defesa do Consumidor, o código favorece principalmente os compradores de pequenos terrenos de loteamentos em lançamento, sem informações suficientes sobre as leis vigentes para a devida regulamentação junto a órgãos públicos. Como exemplo, verificação de registros e matrículas e projetos técnicos e urbanísticos dos serviços de infra-estrutura básicos.
Além disso, fortalece a classe profissional de vendas, os corretores imobiliários.‘‘É possível assim, mostrar e garantir ao adquirente de um lote que o profissional do setor é dinâmico, moderno e preocupado com o aspecto ético das transações’’, declara o presidente da entidade paulista, Sérgio Guimarães Pereira Júnior.
Recém-lançado, o código Aelo, por enquanto, é mais um instrumento de consulta do loteador, que pode consultá-lo como regimento interno do setor. Mas a intenção, segundo Pereira Júnior, é fazer com que esse cuidados com os negócios do segmento imobiliário fiquem visíveis também ao público externo. ‘‘Pretendemos, já no próximo ano, lançar um selo de qualidade que simbolize todas as garantias que damos aos empreendimentos colocados no mercado através de nossos associados’’.
Aprovado em assembléia, o código deverá ser cumprido, inicialmente, pelos 300 profissionais e empresas filiados à Aleo, mas como a entidade conta com empresas de outros Estados e muitas das questões do setor extrapolam a esfera estadual, o Aleo poderá servir de modelo para todo o País. (Ligia Barroso)

mockup