O Cauê Branco, o novo cimento branco da Camargo Corrêa, está presente na Casa Cor 2000, em São Paulo, mostrando sua versatilidade em composições de diferentes ambientes.
No espaço livraria, Layde Tuono, mostrou as inúmeras possibilidades de uso do Cauê Branco. Primeiro na argamassa de revestimento das paredes, onde o cimento apesar de liso, ficou com um aspecto rústico. No piso, o Cauê Branco foi misturado a pigmentos para obter a cor preta ‘‘viva’’, o que segundo ela não é possível com os outros cimentos do mercado. E ainda, na confecção dos painéis pré-moldados da Reago, empresa que também pertence ao grupo Camargo Corrêa, e que foram utilizados na montagem do ambiente.
Estevam Gehrke e Tide Malva Filho ambientaram o terraço do loft do casal sênior. Um projeto baseado na arquitetura dos anos 50, cuja área externa precisava de um piso branco para refletir o sol. Problema que para Gehrke foi solucionado com sucesso pelo Cauê Branco. ‘‘É um cimento com um teor de brancura maravilhoso’’, afirma. Tanto que o usou também na versão estrutural e como revestimento em outras partes do ambiente.
Também Cristina Ferreira Lopes e Leonardo Junqueira que assinam o Espaço do Gourmet, utilizaram o produto em parte do revestimento da parede misturado a pigmentos. A dupla ficou tão satisfeita com o resultado que utilizou o cimento branco em uma outra mostra, que também em acontece em São Paulo, a Quartos e Etc. Lá o cimento branco está presente na argamassa de revestimento da parede misturado a agregados mais grossos chegando a uma textura com aspecto grafiato.
O Cauê Branco é fabricado na unidade de Pedro Leopoldo, e possui características de brancura e resistência comparáveis às dos melhores cimentos brancos do mundo, o que lhe confere inúmeras possibilidades decorativas e diferenciais visuais. Além de ser ideal para receber pigmentação, permite a utilização de agregados diferenciados, gerando alternativas de aplicação limitadas apenas pela criatividade e necessidade do consumidor.

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