Bienal de Arquitetura quer atingir um público variado
Agência Folha
A 4ª Bienal Internacional de Arquitetura (BIA) quer fazer a passagem de 1999 para 2000 mostrando ao público o que há de mais notável na arquitetura do século. A organização do evento é da Fundação Bienal de São Paulo e do Instituto de Arquitetos do Brasil, e a curadoria é dos arquitetos Lúcio Gomes Machado e Luiz Fisberg.
Parte da 4ª BIA é formada pela Exposição Geral de Arquitetos, que reunirá obras selecionadas pelo Conselho Consultivo do evento. Podem-se inscrever para a seleção obras construídas por profissionais de países da União Internacional de Arquitetos (organização francesa que congrega 101 países e organiza os principais eventos relacionados à profissão).
Haverá também uma outra competição, o Concurso Internacional de Escolas de Arquitetura, do qual cada faculdade pode participar com um projeto para um centro cultural. Os projetos serão julgados por docentes de vários países.
A BIA pretende atingir um público variado, não só arquitetos e estudantes, com a intenção de fazer o cidadão comum refletir sobre a cidade em que vive. Para tanto, há no programa várias atividades: palestras e debates, concertos de música eletroacústica relacionada à arquitetura e visitas guiadas a obras de arquitetura moderna em São Paulo.
Além das exposições resultantes dos concursos, há outras 32 mostras, brasileiras e estrangeiras, presentes no evento. Algumas foram organizadas especialmente para a Bienal de Arquitetura, mas boa parte provém de instituições como as fundações Calouste Gulbenkian, de Portugal, e Le Corbusier, da França.





