Baixas e mínimas, elas estão mais práticas
PUBLICAÇÃO
sábado, 01 de setembro de 2001
Célia Baroni<BR>De Londrina 
As cozinhas continuam baixas, com uma tendência à diminuição do número de armários e otimização do espaço interno com o uso de ferragens que multiplicam sua utilidade. É a fórmula encontrada para dar à cozinha um ar mais leve e abrir espaço para que ela assuma também a função de receber ''convidados'' para encontros mais informais.
Embora a opção dos armários até o teto ainda seja comum, a perspectiva é que, aos poucos, eles se tornem uma escolha ultrapassada. Não pela questão estética, mas pela funcionalidade. O lado positivo de ter mais espaço para guardar objetos e utensílios é também o negativo. Quanto mais lugar, maior é a compulsão de acumular e guardar peças pouco necessárias e, muitas vezes, de nenhuma utilidade.
Optar por uma cozinha do tamanho certo para a demanda é como optar por uma bolsa pequena: ela obriga a carregar apenas o que é realmente necessário. A parte boa é que isto simplifica o uso e agiliza o trabalho. A cozinha adequada para os dias de hoje (no apartamento ou na casa) exige funcionalidade e praticidade.
Mas isto não basta. O projeto tem de priorizar móveis com múltiplas funções que, dependendo da ocasião possam passar da cozinha para a sala de jantar ou até sala de estar para servir melhor. Peças com rodízios que se transformam em carrinhos passam a ser indispensáveis em uma cozinha bem projetada.
A utilização de eletrodomésticos de última geração pode parecer um luxo, mas não é. Na maioria das vezes, e dependendo o ritmo de vida da família, o gasto compensa. Os de boas marcas têm, além da beleza externa, sistemas como auto-limpeza e baixo gasto de energia que os tornam importantes à médio-longo prazo. Facilitam ainda a vida de todos os moradores da dona de casa até a das crianças e do homem.


