Artenge e o pioneirismo na Gleba Palhano
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domingo, 16 de dezembro de 2001
Ligia Barroso<Br>Com Redação 
A recente descoberta, por vários e grandes incorporadores, do potencial imobiliário da região da antiga Gleba Palhano, entre o Lago Igapó II e a Avenida Madre Leônia Milito, na Zona Sul de Londrina, só veio valorizar os empreendimentos que a Artenge Construções Civis tem lançado ali nos últimos 10 anos.
O ''boom'' que fez com que naquela região se encontrem, hoje, os terrenos com o metro quadrado mais caro de Londrina, ainda não podia ser previsto quando, em 1988, antes mesmo da existência do Catuaí Shopping Center (inaugurado em 1990), a Artenge adquiriu nada menos que quatro alqueires 96 mil metros quadrados da Gleba Palhano.
Foi uma certeira aposta no futuro. Rendeu dividendos que permanecerão no tempo, como este: as edições mais recentes do mapa de Londrina já registram a designação ''Residencial do Lago'' para o local. Esse foi o nome do primeiro empreendimento lançado pela Artenge à margem da Avenida Bento Munhoz da Rocha, de frente para o Igapó II.
Passada uma década, a construtora já levantou por lá 12 torres com 406 apartamentos, em sucessivos lançamentos, cada qual com seus diferenciais modernizantes, mas todos com um tamanho de apartamento baseado em pesquisas, de modo a serem rapidamente absorvidos pelo mercado.
Neste momento, está sendo concluído o Forest Park Residence, a ser entregue em abril de 2002. Tem duas torres de 12 andares, com um total de 96 apartamentos de 104 metros quadrados, com três quartos, suíte, sacada e garagem. ''São edifícios com fachada arredondada, moderna, e não no estilo 'caixote' de antigamente, com sacada externa e não embutida'', ressalta José Carlos Salgueiro, diretor da Artenge, falando das novidades nos projetos e sistemas construtivos que ''acompanham as tendências tecnológicas, de mercado e as exigências do cliente''.
Implantado em um terreno de 6,7 mil metros quadrados, o Forest Park tem, em sua área externa e comum ao lazer dos moradores, algumas características de chácara arborização natural envolve as áreas de churrasqueiras, piscinas para adultos e crianças, quadra de esportes, solarium, parque infantil, salão de festas e de jogos e salas de ginástica. ''Além disso, o residencial ganhou alguns cuidados 'extras' na hora do projeto'', diz Salgueiro, contado que neste empreendimento os prédios não fazem sombra uns nos outros e tampouco recebem ensolação direta no período da tarde. ''Isto porque no Forest, não há apartamentos com frente para a face oeste'', completa o construtor.
Um centro comercial com 10 lojas, também construído pela empresa, e apto a atender as necessidades mais imediatas dos condôminos, é outro diferencial apontado no empreendimento que está praticamente 100% comercializado ''com a melhor relação entre área útil e área total de Londrina e também o menor preço por metro quadrado de área útil. Este último quesito, aliás, tem sido o grande diferencial das nossas construções ao longo dos anos'', afirma o construtor. ELe acrescenta ainda que, no Forest Park, o valor da taxa de condomínio prevista outro tormento para quem mora em edifícios será menor, devido ao número de unidades do empreendimento.
Com razões de sobra para fazer uma avaliação positiva do mercado imobiliário de Londrina ''Se faço um produto que, quando está pronto, não tem pra vender, vou reclamar de quê?'' José Carlos Salgueiro também não tem queixa dos concorrentes que estão fazendo prédios de luxo ao lado dos empreendimentos da Artenge, na Gleba Palhano. ''Só estão me ajudando...'', brinca o empresário que já tem planejada a construção de mais oito torres na região. As primeiras destas, com lançamento programado já para 2002.


