Água quente sem peso na consciência
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sábado, 09 de junho de 2001
Célia BaroniDe Londrina 
Em tempos de energia elétrica escassa, todo modo de evitar desperdícios é um bom exemplo de cidadania. Mas aposentar a piscina no inverno, abrindo mão desta atividade física completa e ficar passando vontade não é a melhor solução.
O ideal é rever o sistema de aquecimento da água e otimizar o funcionamento, adaptando o uso às suas necessidades. O primeiro passo é procurar uma empresa idônea e um profissional de confiança para uma consulta. A potência e gasto de energia dependem do tamanho e localização da piscina. E a escolha do equipamento é vital para se obter um bom resultado.
Hoje, além do aquecimento solar, o mercado oferece equipamentos que agem através do processo de troca de calor, que utiliza pouquíssima eletricidade. A inovação é da Sibrape, indústria de piscinas de vinil e o nome do equipamento é Tropicalor.
A bomba do equipamento capta o calor do meio e o transfere para a água. Mesmo se a temperatura do ar atmosférico estiver baixa, o acúmulo intenso de calor dentro da bomba proporciona o aquecimento desejado da água.
Para aquecer a água, a bomba se utiliza do calor do ar ambiente e de energia elétrica em uma proporção de uma parte de energia elétrica para quatro de ar. Marcos Sorrilha, diretor da Sibrape explica que este sistema permite ao equipamento ter um desempenho excelente gastando cinco vezes menos energia que um aquecedor elétrico convencional.
O sistema já foi adotado em academias, clubes e hotéis do país. O design é outro atrativo deste equipamento. Integra-se facilmente à decoração do ambiente da piscina. Mais informações pelo 0800 18 3737.


