Ter um jardim bonito, com plantas verdinhas e saudáveis está na lista dos sonhos de consumo de muita gente. A realização desse sonho para alguns, esbarra na falta de espaço. Para outros, o grande empecilho está na manutenção desse jardim, pois exige pelo menos a frequência na rega das plantas.
Resolver a falta de espaço fica um pouco complicado, mas manter a regularidade das regas do jardim com a dosagem correta de água para o gramado e as plantas é ''uma questão de investimento'', como resume o agrônomo Gustavo Aguiar. O mercado, informa, oferece equipamentos que permitem automatizar a irrigação.
O sistema, segundo Aguiar, não é novo, pois existe nos Estados Unidos desde 1930. Para Londrina, pela falta de conhecimento, ele foi trazido há pouco mais de três anos e está se tornando sucesso em vendas. A programação da irrigação automática é feita através de um aparelho controlador, considerado o ''coração'' do sistema. Nele são ajustados o dia, o horário, a quantidade de água e a duração da rega conforme a necessidade de cada área e do tipo de vegetação. ''A mão-de-obra é praticamente eliminada'', destaca o agrônomo.
Outra vantagem do aparelho é que ele possui sensores de chuva que interrompem automaticamente a programação de rega quando o solo apresenta umidade suficiente. Nem mesmo a falta de energia elétrica interfere no funcionamento da automatização, pois o sistema possui uma bateria recarregável que mantém a programação por até 72 horas.
No jardim a beleza é mantida pois as mangueiras são substituídas por dutos subterrâneos, com aspersores emergentes responsáveis pelos jatos de água instalados ao nível do solo, que recolhem após o funcionamento. ''Eles não interferem no uso ou nos outros serviços do jardim, nem mesmo os aparadores de grama'', explica Aguiar.
Há vários modelos de aspersores, de acordo com a necessidade de cada jardim. Os bocais possuem diversos raios de alcance e ângulos de ação. A altura deles também varia de 5 centímetros a 30 centímetros. ''A irrigação só ocorre onde ela é necessária evitando assim, que se molhem calçadas, paredes, muros'', observa.
A irrigação automatizada, como informa Aguiar, é ideal tanto para pequenas quanto para grandes áreas, sejam elas jardins, campos esportivos, chácaras e sítios. Ela privilegia também vasos, floreiras, beiradas de muros, ou áreas de difícil acesso. Nesses locais a opção são os gotejadores ou os microaspersores.
A instalação do sistema, explica Aguiar, pode ser feita em jardins já formados. O ideal, entretanto, é que seja feito um projeto programado com o arquitetônico, hidráulico e paisagístico.



Serviço:

Gustavo Aguiar (43) 3027-4170 9112-9842

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