São Paulo, 01 (AE) - A Yoki Alimentos, líder no segmento de condimentos, está investindo R$ 1 milhão no relançamento da marca Kitano para ampliar de 11 para 46 o número de itens nas linhas de temperos, especiarias, pimentas e ervas desidratadas e aproveitar as boas perspectivas de mercado criadas com a desvalorização real. Apesar da retração na economia, a companhia está otimista porque vende produtos de baixo valor unitário, na faixa de R$ 1 a R$ 2. Este ano, a empresa espera aumento de 10% no faturamento global de cereais processados e condimentos, que somou no ano passado R$ 123 milhões, melhorando a distribuição.
Agora, com as mudanças no câmbio, abriu-se uma boa perspectiva de negócios porque os preços das especiarias e dos condimentos importados estão menos competitivos comparados com os produtos fabricados no País. "Os nossos condimentos ficaram 35% a 40% mais em conta do que os importados, com as mudanças no câmbio", afirma o vice-presidente da Yoki, Gabriel Cherubini, enfatizando que pretende manter as cotações das especiarias nos próximos dois meses, apesar da alta do dólar.
Segundo empresário, mesmo utilizando boa parte de matérias-primas importadas, ainda é possível vender com preços menores porque o seu produto é processado no País.

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