que não agridem o meio ambiente. O presidente da companhia afirmou que outras 15 unidades industriais devem ser inauguradas no Brasil, tornando possível a meta de exportação para 2002. Na avaliação de Salles, as perspectivas para a economia brasileira são boas. "Houve uma tremenda queda de preço no Brasil", afirmou o presidente da empresa, citando o crescimento de 66% dos bens produzidos pela indústria entre 1992 e 1998, ao mesmo tempo em que os preços destes produtos tiveram reajuste médio de apenas 30%. A perspectiva de crescimento do mercado interno foi um dos argumentos que definiram a instalação da unidade de produção de bobinas na Bahia, e não na Irlanda, contou o diretor-executivo de Relações Humanas, Antônio Carlos Guimarães. O governo irlandês chegou a dispôr-se a pagar os salários de todos os funcionários da fábrica, nos primeiros dois anos de funcionamento da unidade.Por Gustavo Alves Rio, 17 (AE) - O presidente da Xerox do Brasil, Carlos Salles, afirmou hoje que a receita da empresa deve ter crescimento de 10% em 1999. "É nossa tradição, crescer mais do que o Brasil cresce", comemorou o executivo. Ele afirmou que a empresa conseguiu aumentar suas exportações em 47% até julho, atingindo receita de US$ 147 milhões, em comparação a todo o ano passado (US$ 100 milhões). A meta de exportações para 2002 é de US$ 300 milhões, informou Salles. Em janeiro, a Xerox do Brasil pretende inaugurar uma nova fábrica em Salvador (BA), para a fabricação de bobinas orgânicas

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