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TESTES PREVENTIVOS: Um estudo realizado por um grupo de médicos da Cleveland Clinic Foundation, em Ohio, mostrou que é a capacidade funcional e a recuperação da pulsação após testes de esforço físico que determinam o prognóstico de mortalidade futura por doenças cardíacas em pessoas de 50 a 75 anos que fazem check up cardíaco, mas não têm sintomas de doenças. A mera alteração do eletrocardiograma em pessoas que não têm sintomas não prediz doenças futuras, segundo a pesquisa assinada publicada pelo Journal of American Medical Association (Jama). A pesquisa reforça a importância dos testes de capacidade cardiopulmonar na prevenção de doenças cardíacas.
A ECONOMIA DO EXERCÍCIO: Médicos da Divisão de Medicina Cardiovascular da Universidade de Stanford, em Palo Alto, na Califórnia, constataram que a prática de exercícios regulares reduz drasticamente os custos com saúde entre pessoas de meia-idade. Eles analisaram 881 homens de 59 anos em média, entre 1998 e 2000, atendidos pelo Veterans Affairs Health Care System, um seguro de saúde de Palo Alto, e comprovaram que quanto maior a prática de exercícios entre os pacientes, menores os custos de saúde.
ALERTA BRASILEIRO: Dados do estudo Cometa (Cumprimento de Metas com Redutores de Colesterol) mostram que só 46% dos brasileiros sob tratamento de controle de colesterol conseguiram atingir as metas da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Entre os de alto risco, a situação é ainda pior: apenas 22% atingiram as metas.





