A família do defensor Gil Augusto Guimarães Maneschy - morto no desabamento do edifício Palace II, em 22 de fevereiro - e os advogados da construtora Sersan vão fechar hoje um acordo extrajudicial para pagamento de danos morais e materiais. O acerto inclui pensão para os três filhos de Maneschy, de 12, 17 e 19 anos.
Desde que os advogados do dono da construtora, deputado Sergio Naya (sem partido-MG), Sergio Viola e Marco Aurélio Monteiro de Barros, foram contratados para negociar com os ex-moradores do Palace II, a família de Maneschy decidiu tentar um ressarcimento sem entrar com ação judicial. Os herdeiros do defensor receberão indenização que vai ultrapassar a maioridade de cada um e deverá ser maior do que um salário de defensor público em início de carreira (em torno de R$ 3.000). Separado, Maneschy pagava pensão alimentícia aos filhos.
Vieira de Carvalho não quis adiantar os termos do acordo, pois os envolvidos - ex-mulher, filhos e a segunda companheira - só assinarão hoje o documento. Foram levados em conta danos morais e materiais.

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