O que se passa na cabeça da vítima de um assalto, sequestro ou outro ato violento? Um misto de ansiedade e tensão tomou conta do administrador Lucas (nome fictício), de 27 anos, durante o tempo em que ficou ''rodando'' em seu próprio carro após ser dominado por dois bandidos armados. Ele conta que a dupla de assaltantes fazia ameaças de morte constantes durante todo o trajeto. ''Apesar do medo, permaneci quieto a maior parte do tempo'', lembra.

A atitude de Lucas, segundo a Polícia Militar (PM), foi correta, mas nem todo mundo consegue manter o sangue-frio e agir dessa forma. Conforme a psicóloga comportamental Daniele Fioravante Tristão, o nervosismo pode gerar ações inesperadas.

Ela explica que leva tempo para que a vítima supere o trauma gerado por situações de violência e ameaça extremas e alerta que em alguns casos é preciso buscar tratamento. Leia mais na reportagem de Paula Costa Bonini.

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