Curitiba- A diversidade de recifes que foram criados na pesquisa, segundo Brusamolin, vai ainda impulsionar o turismo subaquático e a produção de teses científicas. Além de recifes para lagostas e camarões, foram fabricadas estruturas para meros, garoupas e outros animais. ''O parque proporcionará a possibilidade de observação de diferentes tipos de recifes em um só ponto, podendo ser utilizado para fins de pesquisa, além de contribuir com o desenvolvimento social e econômico da região, por meio do fomento turístico e incremento da quantidade de pescado'', justifica Brusamolin.
Nas estruturas já afundadas em 1997, pesquisadores locais conseguiram identificar mais de 60 espécies de peixes, alguns em extinção. O parque deverá ser inaugurado oficialmente na primeira quinzena de agosto. A visitação será agendada previamente nas escolas oficiais de mergulho do Paraná e será orientada com croqui explicativo e palestras.
O parque está sendo desenvolvido em parceria com o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Renováveis (Ibama), Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Universidade Tuiuti do Paraná, Instituto de Desenvolvimento Tuiuti, Capitania dos Portos de Paranaguá e Associação Paranaense de Atividades Subaquáticas. O projeto custou em média R$ 4 milhões.(L.P.)

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