Curitiba - Depois de adiado por duas vezes, o julgamento dos dois vigilantes que trabalhavam na empresa de segurança privada Centronic, da Capital, acusados de terem participado do assassinato do estudante Bruno Strobel Coelho Santos, de 19 anos, em outubro de 2007, foi realizado ontem no Tribunal do Juri da Capital. A expectativa era que o julgamento terminasse ainda na noite de ontem, depois do fechamento desta edição.
Os dois vigilantes julgados são Marlon Balen Janke, 33, e Douglas Rodrigo Sampaio Rodrigues, 29, denunciados por formação de quadrilha, homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Janke também responde por tortura mediante sequestro. Os dois aguardavam o julgamento presos.
Bruno era filho do jornalista esportivo Vinicius Coelho, e o caso teve grande repercussão. O rapaz desapareceu no dia 2 de outubro de 2007, depois de ter ido a um jogo de futebol. Seu corpo só foi encontrado uma semana depois, em uma ribanceira às margens da Rodovia dos Minérios, em Almirante Tamandaré, com dois tiros na cabeça. As investigações mostraram que ele teria sido morto por vigilantes da Centronic, depois de ter sido flagrado pichando o muro de uma clínica no bairro Alto da Glória.

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