São Paulo - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou ontem a apreensão, em todo território nacional, de todos os lotes do palmito em conserva da marca Tahyty, fabricado pela Poções Indústria e Comércio de Alimentos, de Itajuípe, na Bahia. Em uma fiscalização dentro do Programa Nacional de Monitoramento da Qualidade de Alimentos, o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo encontrou o produto no comércio e descobriu que não era registrado na Anvisa. As informações são da Agência Brasil.
Por ser um produto clandestino, não se sabe sua origem, qualidade e segurança, não sendo, portanto, recomendado o consumo do palmito da marca Tahyty. Isso porque a fábrica não passou pela fiscalização da Anvisa e, sem ter sido inspecionada, não há como garantir que a empresa siga as normas sanitárias que especificam regras de higiene, limpeza, treinamento de técnicos especializados e uso de material adequado.
A empresa deverá providenciar a retirada dos produtos do mercado imediatamente. As vigilâncias sanitárias estaduais e municipais estão atentas ao cumprimento da determinação e punirão os estabelecimentos que venderem ou utilizarem os produtos. A Lei nº 6.437/77 prevê punições que vão de notificação a multas de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão.

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