Astorga - Astorga é um dos municípios paranaenses de pequeno porte que não estão de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Por lá, os gestores têm pressa em ver o consórcio de lixo funcionando na região. O principal motivo é a vida útil do aterro controlado local, que não deve ultrapassar um ano.

Por dia, são coletadas na cidade de 30 a 40 toneladas de lixo e encaminhadas ao espaço. O lixo é despejado em valas, que são cobertas com terra depois de cheias.

Segundo o prefeito de Astorga, Arquimedes Ziroldo, a taxa de reciclagem ainda gira em torno de 40% da produção de resíduos por dia. A ideia é aumentar este percentual a partir de um programa educativo com a participação dos demais municípios que se consorciarem com a cidade. "Dá para avançar muito. O que nos ajudou a ter um aumento de vida útil no aterro nos últimos anos foi justamente a coleta seletiva. Quando assumi a administração, há oito anos, já se falava que o prazo estava em cima", diz. (A.L.)

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